Criado em 2003 e que completa 07 anos em 2010, é um grupo de Brasília, profundamente identificado com a cidade e com as possibilidades de diálogo que o seu significado simbólico e real possibilita. Fortemente caracterizado pela idéia de diversidade, integra artistas de várias cidades satélites do DF, o que possibilita um olhar peculiar da realidade que nos cerca e o intenso diálogo entre periferia e centro. O foco do seu trabalho está na reflexão sobre temas que afligem o homem contemporâneo e na investigação de novas possibilidades de composição da cena teatral. Destacam-se, entre as principais características de seu trabalho, a criação por meio do processo colaborativo, a construção de dramaturgia própria e as investigações em espaços urbanos. O resultado do trabalho continuado de investigação teatral, em permanente diálogo com outros segmentos da sociedade e também a implementação de iniciativas que extrapolam a dimensão dos palcos, projetou nacionalmente esse coletivo criador como uma das principais referências de teatro de grupo no DF e na região Centro-Oeste.
Quatro princípios guiam o grupo na realização de sua missão:
Constituir um coletivo de teatro que estabeleça diálogo ético, estético, social e educacional com o DF;
Intervir na realidade por meio da arte, de modo a transformá-la, considerando a subjetividade do ser humano;
Realizar pesquisa continuada de modo a constituir uma linguagem própria, assim reconhecida nacionalmente;
Constituir um projeto poético-político onde a diversidade e as individualidades de seus participantes sejam elementos estruturais da sua estética.
Principais espetáculos do Teatro do Concreto
Sala de Espera (2003); Borboletas têm vida curta (2006); Diário do Maldito (2006); Inútil Canto E Inútil Pranto Pelos Anjos Caídos (2007) e Ruas Abertas (2008); Entrepartidas (2010) e De repente Brasília (em processo de criação, estréia prevista para setembro de 2010).
Prêmios e seleção em editais públicos da área teatral
Prêmio Funarte Myriam Muniz 2009 – apoio para circulação do espetáculo Diário do Maldito na região Centro-Oeste
Prêmio Funarte Myriam Muniz 2008 – apoio para pesquisa e criação de espetáculo a partir do tema amor e abandono
Prêmio Funarte Interações Estéticas – residências artísticas em pontos de cultura -2008
Prêmio Funarte Artes Cênicas nas Ruas – apoio para circulação das intervenções cênicas no espaço urbano – Ruas Abertas – no DF, MT e GO.
Secretaria de Cultura do DF – FAC – 2007 – circulação do espetáculo Diário do Maldito por 03 cidades satélites;
Secretaria de Cultura do DF – FAC – 2008 – Manutenção das atividades do Teatro do Concreto durante 10 meses;
Secretaria de Cultura do DF – FAC – 2009 – circulação do espetáculo Borboletas têm vida curta por 10 asilos do DF;
Festival Nacional de Teatro de Macapá – 2008 – espetáculo Diário do Maldito
Melhor Espetáculo e Melhor Cenografia;
Indicado nas categorias: Melhor Direção, Melhor Ator e Melhor Atriz.
Prêmio SESC do Teatro Candango – 2007- espetáculo Diário do Maldito
Melhor Atriz e Melhor Cenografia;
Indicado nas categorias: Melhor Ator e Melhor Figurino.
O grupo já se apresentou em Brasília (DF), Goiânia (GO), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Barreiras (BA), Macapá e Santana (AP), São Paulo (SP), Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS).
O Grupo
Criado em 2003 e que completa 07 anos em 2010, é um grupo de Brasília, profundamente identificado com a cidade e com as possibilidades de diálogo que o seu significado simbólico e real possibilita. Fortemente caracterizado pela idéia de diversidade, integra artistas de várias cidades satélites do DF, o que possibilita um olhar peculiar da realidade que nos cerca e o intenso diálogo entre periferia e centro. O foco do seu trabalho está na reflexão sobre temas que afligem o homem contemporâneo e na investigação de novas possibilidades de composição da cena teatral. Destacam-se, entre as principais características de seu trabalho, a criação por meio do processo colaborativo, a construção de dramaturgia própria e as investigações em espaços urbanos. O resultado do trabalho continuado de investigação teatral, em permanente diálogo com outros segmentos da sociedade e também a implementação de iniciativas que extrapolam a dimensão dos palcos, projetou nacionalmente esse coletivo criador como uma das principais referências de teatro de grupo no DF e na região Centro-Oeste.
Quatro princípios guiam o grupo na realização de sua missão:
Principais espetáculos do Teatro do Concreto
Sala de Espera (2003); Borboletas têm vida curta (2006); Diário do Maldito (2006); Inútil Canto E Inútil Pranto Pelos Anjos Caídos (2007) e Ruas Abertas (2008); Entrepartidas (2010) e De repente Brasília (em processo de criação, estréia prevista para setembro de 2010).
Prêmios e seleção em editais públicos da área teatral
O grupo já se apresentou em Brasília (DF), Goiânia (GO), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Barreiras (BA), Macapá e Santana (AP), São Paulo (SP), Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS).