TEATRO DE GRUPO: AS POTÊNCIAS DO ENCONTRO (movimento Redemoinho reunião nacional)


MOVIMENTO REDEMOINHO

TEATRO DE GRUPO: AS POTÊNCIAS DO ENCONTRO

REUNIÃO NACIONAL – BRASÍLIA 12 E 13 DE DEZEMBRO DE 2011

 

 

 

 

INFORMAÇÕES UTEIS

 

Necessitamos de uma articulação nacional!

A decisão de realizar essa reunião foi tomada por representantes de vários coletivos teatrais durante um encontro em São Paulo no mês de agosto e reafirmada em Brasília no dia oito de novembro.

A principal motivação para a reunião é a compreensão de que necessitamos de uma articulação nacional e o desejo de repensar a configuração que um movimento importante como o Redemoinho pode tomar a partir de agora.

Para saber mais sobre o Redemoinho:

Abaixo listamos um breve histórico do Movimento Redemoinho e três documentos produzidos ao longo de seus encontros nacionais. Entendemos ser de extrema importância que os interessados em participar dessa reunião leiam esses documentos para compreender os princípios sobre os quais o movimento se estruturou. Maiores informações podem ser encontradas no site do grupo Teatro Invertido: http://grupoteatroinvertido.blogspot.com/2010/11/redemoinho-movimento-brasileiro-de.html

Como será a reunião:

Essa reunião será realizada sem qualquer tipo de patrocínio ou recurso público, contando apenas com o apoio do Teatro do Concreto que fez a articulação local para o evento e da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes que cedeu uma sala para os trabalhos. Sendo assim, cada grupo precisará encontrar os meios necessários para enviar um representante que possa participar da reunião.

Proposta de pauta enviada pelo Movimento Nova Cena de BH-MG

Dia 12 de dezembro – segunda-feira

9 às 10h – Recepção.

10 às 12h – Quem somos? Apresentação breve de cada pessoa/grupo/movimento presente.

14h às 19h – De onde viemos? Breve histórico do movimento 2004-2009: leitura do manifesto e principais documentos / forma de organização.

Dia 13 de dezembro – terça-feira

9 às 10:30h – Para onde vamos? Relato regionais sobre os contexto das políticas culturais.

10:30 às 12h – Para onde vamos? Definição de pautas comuns: assembléia deliberativa.

14 às 16h – Plenária: estratégias de articulação política.

16 às 19h – Plenária: definições de organização interna.

ONDE FICAR:

Infelizmente, durante a semana os valores de hospedagem em Brasília são mais altos, listamos abaixo algumas opções e sugerimos que, ao entrar em contato, tentem pedir desconto. O Bristol hotel está com a tarifa mais em conta.

Caso se animem, podem montar grupos e tentar tarifas mais baixas em quartos duplos ou triplos.

Listamos algumas pousadas, mas não conhecemos as instalações e o atendimento, porém, são opções mais baratas.

Caso necessário, apesar da precariedade que é nossa sede, podemos abrigar cerca de 12 pessoas aqui no Teatro do Concreto, em condições mais simples (poderiam trazer colchonete e roupa de cama e podemos tentar conseguir alguns colchões aqui também)!

1-    HOTEL NACIONAL

Setor Hoteleiro Sul – Quadra 01 – Bloco A  Brasília, 70322-900

61 33217575

Tarifa: 320,00 + 10% com café da manhã

 

2-     POUSADA CANAÃ

Endereço: SCLRN 703, Bloco H, Loja: 38 Bairro: Asa Norte CEP:70730-518

Telefone: (61) 3536-3620 ou (61) 3326-0538 FAX: (61) 3326-0538 Celular: (61) 9164-2554

MSN: pousadacanaabrasilia@hotmail.com

Site: http://pousadacanaabrasilia.blogspot.com

Tarifa: 90,00 suite com banheiro privativo

60,00 com banheiro coletivo

 

3-    COMFORT SUÍTE BRASÍLIA

SHN Q4 BL.D – Setor Hoteleiro Norte.

61 3424-6000

Tarifa: 365,00 + 15%

 

4-    POUSADA TRÊS PODERES

703 sul

Tarifa? 55 por pessoa (3 e 4 pessoas por quarto)

61 3225-4419 ou 8188-3299

 

5–    BRISTOL HOTEL

Setor Hoteleiro Sul – Q.4 – Bloco F | 70.322-908 – Brasília – DF | Telefone: (61) 3204-6162 FAX: (61) 3321-2690 | reservas@bristolhotel.com.br

Traifa: duplo – 280,00

6-    AIRAM BRASÍLIA HOTEL

SHN Quadra 05, Bl. A CEP: 70705-900 – Brasília – DF

Reservas: 0800-61-0999 / +55 (61) 2195-4118 / 2195-4102 e Fax: +55 (61) 2195-4200 * reservas@airamhotel.com.br

Tarifa: duplo – 297,00

 

ONDE COMER:

A sede do Concreto e a Faculdade Dulcina ficam numa área central, então, existem muitas opções de alimentação, para todos os gostos e bolsos e também Shopping próximo.

 

COMO SE LOCOMOVER:

Do aeroporto de Brasília tem ônibus para a rodoviária. O encontro será muito próximo da Rodoviária, ou seja, há opções de ônibus urbano e também metrô.

Teatro do Concreto – Setor de Diversões Sul (mais conhecido como CONIC) – Edifício Venâncio V – Bloco R – loja 20 – térreo

Fone: 61-3323-4079 (das 14h as 17h30)

Faculdade de Artes Dulcina de Moraes – – Setor de Diversões Sul (mais conhecido como CONIC) – Bloco C – Edifício FBT – número 30/64

Táxi mais barato – 3321 – 3030 (Alvorada – 30% de desconto)


 

 

OUTRAS INFORMAÇÕES

Movimento Redemoinho – breve histórico

O Movimento Redemoinho foi criado no ano de 2004 na cidade de Belo Horizonte, durante um encontro de espaços de criação, compartilhamento e pesquisa teatral realizado pelo Galpão Cine Horto. Nessa ocasião, grupos de vários estados do país fundaram uma rede nacional voltada para discussão sobre políticas públicas para o teatro em âmbito federal.

Essa rede realizou seu segundo encontro em 2005, também na cidade de Belo Horizonte.

Em 2006, no Terceiro Encontro Nacional realizado pelo Barracão Teatro em Campinas, o Redemoinho transformou-se em um Movimento Nacional.

Em 2007, o Quarto Encontro Nacional acontece em Porto Alegre na sede da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.

No ano de 2009 o Movimento Redemoinho suspende suas atividades na cidade de Salvador, após a realização de seu Quinto Encontro Nacional no Teatro Vila Velha.

Manifesto de fundação do Movimento Redemoinho

 

Acreditamos que Cultura é uma construção coletiva, que se projetando na história almeja entender a Arte, e em particular o Teatro, como um bem simbólico localizado no tempo e no espaço. Entendemos as nossas criações como um pensamento em construção que objetiva a constituição de uma sociedade humanista.

 

A Cultura esvaziada de pensamento, estruturada pela visão política que tem no marketing o seu fundamento, é o que alimenta na sociedade a competição, a concentração de renda, o preconceito, a privação dos direitos elementares do cidadão e a manutenção do status quo.

 

Não compete à Arte dar o pão, nem forjar pseudo-inclusões sociais através de políticas públicas que acreditam propiciar a inclusão e a contenção da insatisfação social. À Arte compete apontar para além dos limites impostos pela dura realidade, na tentativa de buscar novos caminhos para a política e para o homem.

 

Sob esse olhar, a Cultura é uma questão prioritária do Estado por fundamentar o exercício crítico da cidadania na construção de uma sociedade democrática. Há anos, diversos grupos e companhias de teatro vêm desenvolvendo trabalhos que visam tecer novas relações sociais e humanas entre a Arte e a sociedade.

 

Ao dotarmos a nossa prática artística de uma função social, não reivindicamos privilégios ou benesses. Reafirmamos a necessidade da criação de condições sociais, políticas e econômicas para a construção de um país que alimente a utopia de uma sociedade na qual a Arte e a Cultura sejam compreendidas como reafirmação da vida.

Belo Horizonte, dezembro de 2004.

REDEMOINHO

 

Terceiro Encontro Nacional do Redemoinho – Campinas, 2006

A REDEMOINHO E SEUS OBJETIVOS

A Redemoinho é uma associação brasileira de grupos que mantêm ou disputam espaços de criação, compartilhamento e pesquisa teatral. Criada em 2004, funcionou até seu terceiro encontro como rede e neste ano de 2006 deliberou transformar-se em movimento político cujos representantes, eleitos, têm a tarefa de atuar na cena pública e política.

Desde a sua fundação este movimento se propõe a travar as seguintes lutas:

  1. Pela criação de condições sociais, políticas e econômicas para construção de um país que alimente a utopia de uma sociedade na qual a arte e a cultura sejam compreendidas como afirmação da vida e direito universal.
  2. Pelo direito de produzir teatro entendido não como veículo de marketing institucional nem como um instrumento de pseudo-inclusão social, mas como elaboração, na esfera do simbólico, do nosso depoimento crítico sobre a experiência de viver numa sociedade em que a cultura é mercadoria a serviço da dominação e por isso tem a função de alimentar os valores da concorrência, da acumulação ou concentração de renda, do preconceito e da exclusão.
  3. Pelo reconhecimento, por parte do Estado do direito à cultura entendida como exercício crítico da cidadania e, consequentemente, do nosso direito de criar um teatro que corresponda a esta definição.

Há muitos anos o Estado Brasileiro vem se omitindo de suas obrigações constitucionais para com a Cultura. O atual modelo neoliberal tem nas leis de incentivo seu principal instrumento de transferência de recursos públicos para a área cultural.

A Redemoinho não reconhece a Lei Rouanet como uma política pública para a cultura, uma vez que ela é privatizante, antidemocrática, excludente.

Por atender a interesses privados, norteados pelos Departamentos de Marketing das empresas, a Lei se mostra concentradora de renda e submete a esfera da produção simbólica aos interesses mercantis.

Ao considerarmos que a Política cultural do país está privatizada, a Redemoinho propõe que o Estado retome suas responsabilidades na formulação e execução de políticas realmente públicas para a Cultura.

 

NOSSAS REIVINDICAÇÕES

Nossas experiências de pesquisa, criação e compartilhamento de processos teatrais necessitam de espaços autônomos nos quais os grupos possam melhor desempenhar a sua função social de prover o imaginário de bens simbólicos que favoreçam a construção da cidadania e a criação de uma democracia de fato no Brasil.

Para fazer frente a esta necessidade reivindicamos um PROGRAMA PÚBLICO DE CESSÃO, GESTÃO E CONSOLIDAÇÃO DE ESPAÇOS PARA O TEATRO DE GRUPO.

Este programa visa:

● a construção de novos espaços teatrais em terrenos públicos ou em terrenos privados em parceria com o poder público;

● a ocupação e revitalização de espaços públicos ociosos;

● a revisão do conceito de gestão de espaços públicos existente;

● a criação de políticas públicas para os teatros e ou sedes de grupos já existentes que cumprem a função cultural que nós especificamos;

● a criação de linhas de crédito e isenção de impostos para a aquisição, construção, reforma, manutenção e equipagem de espaços teatrais.

Nossas experiências necessitam ainda da criação de um PROGRAMA ESPECIAL DE CIRCULAÇÃO que, ao invés de dar prioridade aos aspectos quantitativos da circulação de produtos, vise ao intercâmbio e compartilhamento de processos artísticos, de formação e pesquisa. Esta concepção diferenciada de circulação reafirma a necessidade dos espaços autônomos.

A Redemoinho propõe também que a gestão do FUNDO NACIONAL DE CULTURA seja transparente, democrática e pautada por critérios que contemplem a diversidade cultural, sobretudo as práticas que se caracterizem por processos continuados.

Como ação imediata, propõe ainda a aprovação do PROJETO DE LEI FEDERAL PRÊMIO DE FOMENTO AO TEATRO BRASILEIRO como início da retomada do papel do Estado na formulação e execução de políticas públicas para a Cultura.

A Redemoinho afirma, em consonância com grande parte dos movimentos sociais, a necessidade urgente de que a valorização da Cultura se expresse no aumento da dotação ao Minc para no mínimo 1 por cento do orçamento geral da União.

 

Campinas, 06 dezembro de 2006.

REDEMOINHO

Quinto Encontro Nacional do Redemoinho – Salvador, 2009

CARTA DE SALVADOR

O Movimento Redemoinho, que une grupos teatrais de 14 estados do país, tem participado do intenso debate que ocorre há anos sobre a reformulação das políticas públicas para a área cultural. Nesse período, o movimento, na contramão de propostas de ação pública baseadas em renúncia fiscal, chegou a formular um projeto de fomento – o Prêmio Teatro Brasileiro – que prevê não apenas a manutenção de trabalhos continuados, mas a produção e a circulação de espetáculos, através de verbas do orçamento da União.

Em paralelo, através de documentos públicos, discussões e artigos de jornal, o Redemoinho reafirmou seu interesse em trabalhar a favor da construção de ações públicas que sejam capazes de desprivatizar e desmercantilizar os processos culturais tais como ocorrem no país hoje.

Era nesse sentido que o movimento aguardava com enorme expectativa a proposta de reformulação da Lei Rouanet, uma das principais ferramentas da distorção privatista que rege o trato de recursos públicos para a área cultural.

O projeto apresentado pelo Ministério da Cultura, o chamado Profic, que se apresenta como o substituto do Pronac, sustenta-se sobre as mesmas bases: o Fundo Nacional de Cultura, os patrocínios privados com renúncia fiscal e o Ficart – Fundo de Investimento Cultural e Artístico. A novidade aparente é a tentativa de articular essas instâncias num sistema capaz de controlar aquilo que surge como excesso nas captações e destinações.

O que permanece intocado, entretanto, é o fundamento da lei – que não é apenas um excesso, mas uma aberração: a gestão privada de recursos públicos.

O monstro privatista continua a ser alimentado, segundo regras aparentemente mais eficazes e rígidas. Mas a serviço do quê? Os departamentos de marketing continuam a gerir recursos públicos, o governo continua a transferir sua responsabilidade para os gerentes das corporações, a cultura continua a ser tratada como negócio. Diminuir a porcentagem da transferência de recursos, com normas moralizadoras, não muda a natureza da omissão, nem o fundamento privatista do processo. É significativo que o anteprojeto do Profic seja permeado por termos da retórica mercantil: valorização, rendimento, vales, difusão, consumo, sustentabilidade – são expressões que não escondem a lógica empresarial que o anima.

A idéia de um sistema cultural surge conformada pela imagem de um mercado que precisa ser criado, amparado, estimulado ao preço da própria cultura, quando se pretende algo mais do que a forma mercadoria. Diante disso, o movimento Redemoinho não reconhece no Profic uma disposição a enfrentar o verdadeiro problema das políticas públicas para a cultura no país: seu caráter privatista.

No Profic, o Redemoinho reconhece no Fundo Nacional de Cultura a única possibilidade de ação que possa realmente se caracterizar como instrumento de política pública. Nesse sentido, este Movimento pretende ocupar os espaços de discussão sobre o mesmo junto ao MINC e à sociedade. Além disso, o Redemoinho defende uma política pública para a cultura que contemple vários programas (e não a renúncia fiscal como programa único) com recursos orçamentários próprios e regras democráticas estabelecidas em lei como política de Estado.

Não haverá transformação cultural enquanto as ações humanas forem organizadas pela lógica da eficácia mercantil e a cidadania for construída na perspectiva do consumo.

 

Salvador, Bahia, 24 de março de 2009.

REDEMOINHO

 

 

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OS 7 ATOS DO CONCRETO

OS 7 ATOS DO CONCRETO

 

Nessa quinta-feira,  dia 06/10,  o grupo brasiliense Teatro do Concreto finaliza o ciclo de debates “Concreto Aberto” com a participação dos psicólogos Roque Gui e Elizabeth Mori que discutem o espetáculo Entrepartidas e suas visões sobre amor e abandono. Encerrando a programação comemorativa de seus 7 anos de trajetória,  o grupo irá lançar uma publicação – Concreto em 7 Atos –  que reúne depoimentos dos artistas sobre os processos de criação de cada um de seus espetáculos (Sala de Espera, Diário do Maldito, Borboletas têm vida curta, Inútil canto e inútil pranto pelos anjos caídos, Ruas Abertas, Entrepartidas e Mirante) e também textos de outros profissionais.

Com o livro o grupo pretende compartilhar um pouco de seus procedimentos e reflexões sobre a cena e também ampliar a leitura dessas criações, por isso, foram convidados autores de diferentes áreas do conhecimento (artistas, pesquisadores, críticos, psicólogos, advogados) para analisarem temas e aspectos dos espetáculos, entre os autores estão Tiche Vianna, Valmir Santos, André Carreira, Sérgio Maggio,  André Luis Gomes,  Luciana Lara, Graça Veloso, Thaís Dumêt, Lucia Andrade, César Lignelli, Joana Abreu, Zé Regino, Adeilton Lima, Maria Elizabeth Mori, Roque Tadeu Gui, Diego Azambuja e o crítico cubano Eberto García Abreu.

A publicação, que conta com o patrocínio do FAC, se afirma também como iniciativa importante no registro histórico da produção contemporânea de grupos de teatro no Distrito Federal e será distribuída gratuitamente para escolas, bibliotecas, centros culturais e interessados nas artes da cena.

“Pela inquietação formal e pela prospecção empenhada a cada abordagem, o Teatro do Concreto vem inscrevendo uma história e uma linguagem consistentes na cena de Brasília, retroalimentando pedagogias, práticas, poéticas e políticas com os pares locais, de outros Estados e de outros países.”  (Valmir Santos -  jornalista e crítico paulista).

“O Teatro do Concreto tem construído uma carreira brilhante, com uma produção constante e regular, mas nada previsível (…) As surpresas nem sempre vem pela forma de fazer. Muitas vezes vem pela ousadia da utilização do espaço. Outras, pela forma de narrar, e, outras pelo simples fato de abrirem mão do teatro que eles conseguem fazer tão bem, enveredando por terrenos menos seguros ou por territórios instáveis. Por se permitirem sair da zona de conforto.” (Zé Regino – ator, diretor e palhaço)

 

“Nosso primeiro encontro foi turbulento como toda paixão. Apaixonados, não nos largamos mais. De quando em quando trocamos figurinhas sobre nossas experiências. De quando em quando o grupo me chama para mais provocações. Venho então até eles porque eles também me provocam com suas procuras, com a necessidade de compreenderem a relação que têm com sua contemporaneidade, com a busca por linguagens que dialoguem com o público de seu tempo, com a permanente inquietação do artista criador e com a resistência, esta permanência teimosa do fazer cotidiano, que nos coloca em sala de trabalho, mesmo quando não sabemos o que iremos trabalhar, mas precisamos estar lá, para estarmos vivos.” (Tiche Vianna – diretora e pesquisadora teatral)

“Ao longo desses sete anos de criações do Teatro do Concreto, é possível perceber artisticamente a radicalização da aproximação do grupo com a cidade para além de um reconhecimento da importância de sua influência em suas reflexões.”

(Luciana Lara - coreógrafa e diretora da Anti Status Quo Cia de Dança).

 

SERVIÇO

Concreto Aberto

Data: 06 de outubro

Horário 19h30

Local: Sede do Teatro do Concreto – SDS – Ed. Venâncio V, Bloco R, loja 20

Fone: 3323-4079

 

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Concreto Aberto: Reflexões e Processos

concreto aberto: processos e reflexões

Concreto Aberto: Processos e Reflexões

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